O debate sobre a recuperação da Caatinga voltou à pauta com a defesa de uma política nacional voltada ao bioma e ao combate à desertificação. A discussão tem impacto direto sobre comunidades do semiárido, produção rural e segurança hídrica.
A Caatinga é um patrimônio brasileiro e ocupa área expressiva do Nordeste. Apesar disso, costuma receber menos atenção pública do que outros biomas, mesmo sofrendo com degradação, desmatamento e efeitos das mudanças climáticas.
Uma política permanente pode organizar ações de reflorestamento, manejo sustentável, educação ambiental, proteção de nascentes e apoio a produtores que vivem em regiões vulneráveis.
Para a Bahia, o tema é estratégico. Proteger a Caatinga não é apenas pauta ambiental; é garantir futuro para famílias, agricultura, pecuária, abastecimento e economia do interior.