Guilherme Bellintani defendeu a restrição do uso de celulares nas escolas e apontou impactos do excesso de telas na formação de crianças e adolescentes. O tema voltou ao debate público com a busca por ambientes escolares mais concentrados.

Segundo a avaliação apresentada, a redução do acesso aos aparelhos durante o período de aula pode favorecer a atenção, a convivência social e a diminuição de conflitos dentro das unidades de ensino.

A discussão envolve famílias, professores, gestores e estudantes. Para defensores da medida, o celular deve ser tratado como ferramenta possível em atividades pedagógicas específicas, mas não como presença permanente em sala.

O avanço das telas exige uma resposta equilibrada, que preserve o uso responsável da tecnologia sem ignorar prejuízos associados à distração, ao isolamento e à exposição precoce a conteúdos inadequados.

Escolas que adotam regras claras costumam combinar orientação, fiscalização e diálogo com os pais. O desafio é fazer a política funcionar na rotina, sem transformar a medida em conflito diário entre alunos e educadores.