O Brasil terá um representante da Receita Federal na China para ampliar a cooperação fiscal e o combate a crimes econômicos. A medida ocorre em um momento de forte fluxo comercial entre os dois países.
A presença técnica tende a facilitar troca de informações, acompanhamento de operações, combate a fraudes e diálogo sobre práticas aduaneiras.
Comércio exterior exige fiscalização eficiente para proteger empresas regulares, evitar concorrência desleal e reduzir brechas usadas por organizações criminosas.
O desafio será transformar a cooperação internacional em resultados práticos, com mais rastreabilidade, menos burocracia inútil e maior segurança para operações legais.