O Vitória trabalha com a possibilidade de estruturar um time sub-23 em 2026, movimento que pode ampliar o aproveitamento de atletas em transição entre a base e o profissional. A ideia surge em meio ao debate sobre calendário e competições regionais.
A direção rubro-negra também criticou mudanças na Copa do Nordeste. Para clubes da região, o torneio tem peso esportivo, financeiro e simbólico, especialmente por conectar rivalidades e fortalecer marcas fora do eixo nacional.
Um sub-23 bem planejado pode ser útil para dar rodagem a jogadores que já passaram da idade de base, mas ainda não têm espaço no elenco principal. Sem calendário adequado, porém, a categoria corre risco de virar custo sem retorno.
O Vitória vive momento de valorização após conquistas recentes e tenta transformar a boa fase em estrutura permanente. Formação, gestão de elenco e calendário são pontos centrais para isso.
A discussão sobre a Copa do Nordeste também precisa considerar o torcedor. O regional entrega identidade, rivalidade e audiência. Reduzir sua importância seria erro estratégico para o futebol nordestino.