A Secretaria da Saúde da Bahia reforçou a atuação da vigilância em saúde no enfrentamento ao trabalho infantil. Profissionais da rede podem identificar sinais de exploração, acidentes e adoecimento relacionados a atividades inadequadas para crianças e adolescentes.

O trabalho precoce prejudica a frequência escolar, o desenvolvimento físico e a saúde mental. Em situações de risco, a resposta precisa envolver saúde, assistência social, educação, conselho tutelar e sistema de Justiça.

A notificação adequada permite mapear áreas mais vulneráveis e orientar políticas públicas. Sem registro, muitos casos permanecem invisíveis.

A proteção exige atenção permanente das famílias, das escolas, dos serviços públicos e de toda a sociedade.