O Ministério Público acionou a Justiça para garantir terapias multidisciplinares a crianças com autismo em município do interior da Bahia. A medida busca assegurar atendimento regular e adequado a famílias que dependem da rede pública.
Crianças com Transtorno do Espectro Autista costumam precisar de acompanhamento contínuo, com profissionais de diferentes áreas. A interrupção de terapias pode comprometer desenvolvimento, comunicação e autonomia.
O caso reforça a obrigação do poder público de estruturar serviços especializados e cumprir decisões que protegem pessoas com deficiência.
A judicialização aparece quando a família não encontra solução administrativa. O ideal é que municípios organizem filas, equipes e contratos para evitar atraso no cuidado.