A Igreja de São Francisco, um dos principais símbolos do Centro Histórico de Salvador, deve reabrir apenas em 2029 após a tragédia envolvendo uma turista. O prazo longo reforça a complexidade da recuperação de um patrimônio histórico de grande valor religioso, cultural e turístico.
A restauração exige atenção técnica, segurança estrutural e responsabilidade na condução das obras. Em espaços tombados, qualquer intervenção precisa respeitar o valor artístico e arquitetônico do conjunto, sem abrir mão da proteção de visitantes e trabalhadores.
O fechamento prolongado também impacta a rotina do Centro Histórico, que depende da circulação de fiéis, turistas, guias, comerciantes e trabalhadores da cultura. O caso reforça a importância de manutenção preventiva em prédios antigos.
A reabertura em 2029 coloca uma cobrança clara sobre os responsáveis: preservar a memória de Salvador com segurança, transparência e calendário público de acompanhamento das etapas de recuperação.